9 de julho de 2011

Escolhas sem retorno XI


                Ele olhou para  mim, senti que já não tinha sido boa ideia ir para aquele rio, ele sorriu, « sorriso lindo, lindo, lindo! », começou a fazer gestos, para eu ir ter com ele, virei a cara:
                - Eih, DEUSA! – gritou.
                Olhei, fiquei envergonhada, continueicom a cara virada, mas mais uma vez olhei, ele continuou, então, fui até lá:
                - Pensei nunca mais te tornar a ver. – Disse eu.
                - Querias ver-te livre de mim, era?
                - Não, mas…
                - Mas nada, é agora que me vais dizer o teu nome.
                - Não adivinhaste?
                - Fiz uma lista de nomes, queres ver?
                - Quê?
                - Vem comigo… - Pegou na minha mão, e levou-me até ao sítio onde tinha a sua toalha pousada, juntamente com a mochila, pegou nela, e tirou de lá umas folhas, muitas folhas, diria eu…
                - Não me digas que escreveste isso para ver se acertavas no meu nome!
                - És modesta, és… Mas tens razão, eu escrevi nomes, que combinavam com a tua cara, linda, fofinha, diria até, irresistível. - Riu.
                Sorri, e comecei a olha em minha volta, vi que algo não estava bem, a Gabriela, não estava perto da minha toalha…
                Comecei a andar até à minha tolha, olhei em volta, para a água, comecei a andar sem paços certos…
                - Gabriela, Gabriela! – Comecei a chamar o seu nome – Gabriela.
                Ele veio ter comigo:
                - Então, que se passa? – Perguntou, com um olhar, estranho.
                - A minha irmã, de seis anos, desapareceu, desapareceu. – Levantai as mãos à minha cabeça, e saí dali a procurá-la. – Gabriela...
                Estava desnorteada, a minha irmã tinha desaparecido, eu não sabia o que fazer, e não podia desiludir os meus pais. O Rafael correu até mim, amarrou-me, e não me deixou dar mais um passo em direcção a qualquer lugar.
                - Calma, calma, nós vamos encontrar a menina, não desesperes. Eu vou ajudar-te.
                - Eu quero aqui a minha irmã, aqui, como é que eu fui tão burra e deixei de ver por onde ela ia, que é que se deve estar a passar, onde é que ela está, o que lhe poderão ter feito, e se ela…
                Abraçou-me, e disse:
                - Nós vamos encontrar a tua irmã. Eu prometo!

Continua ;)
Escolhas sem retorno X aqui

12 comentários:

' âng. disse...

outra parte , pleaseeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee *-*

branwyn disse...

ohh, está linda como sempre :)
a aflição de perder uma irmã :s não sei o que faria se perdesse o meu irmão... :s

● Mysterious.Girl disse...

não tens de agradecer :b

alexandra disse...

gostei imenso, mal posso esperar para a próxima parte <3

m.inês disse...

- a história está linda!
- estou ansiosa pela próxima parte! *.*

Maciel Amaro disse...

Oii estou te seguindo!
Ficarei muito feliz se vc visitar o meu blog e me seguir tb :)
Bjs

http://conversadeblogueiro.blogspot.com

fiwipa disse...

está a chegar ao fim, fofinha (:. e fico contente por seguires todas as partes . hoje devo publicar mais uma das últimas partes (:.

Sofia disse...

gosto do blog sigo (:

Sofia disse...

gosto do blog sigo (:

-s disse...

Amei; espero bem que encontrem a irmã dela (:

inês disse...

obggg sté :D

estou a adorar, pobre menina :c

Ana Margarida disse...

Adoro, adoro, adoro *.*