15 de julho de 2011

Escolhas sem retorno XVIII


            - Desculpa, mas eu agora tenho mesmo de ir embora.
           - Pronto, se tem mesmo de ser. - Tirou um papel do bolso e escreveu com uma pequena caneta que também de lá retirou e no pequeno papel escreveu o seu número de telemóvel. – Toma. – Aproximou o papel de mim.
            - Não achas que é um bocado século vinte, essa de escrever o número em papéis, e andar com papel e caneta no bolso? – Perguntei, com um ar de riso.
            - Eu sabia que isto ia acontecer, apenas me preveni.
            - Ok, como queiras. Eu aceito-te assim.
            Despedi-me dele com um beijo no rosto.
            - ‘Tchh’, que santa! E se te despedisses de mim como deve de ser? – Agarrou-me mais uma vez e beijou-me, da forma mais frontal que existia. – Estas são as despedidas em condições, e se quiseres que te leve a casa, até me despeço mais uma vez.
            - Não é preciso, já chega de despedidas.
            - Vai Princesa, espero por novidades tuas…
(…)
            Acordei, no dia seguinte, e a primeira coisa que fiz, foi ir à minha bolsa ver se realmente estive com ele, o papel com o seu número de telemóvel, era a prova.
            - ISTO ACONTECEU! – Gritei estas palavras, e tinha a prova de que não era um sonho.
            Mandei logo uma mensagem à Telma, para ela vir a minha casa, eram dez da manhã, mas quase que apostava que ela estaria acordada. Não tardou, e ela lá estava, puxei-a para o meu quarto:
            - Foi lindo, foi lindo!
            - Estás mesmo entusiasmada miúda!
            Contei-lhe a fantástica noite, em que partilhamos expriencias de vida, e nos conhecemos ainda melhor.
            - Ai isto está a tornar-se sério, mas quê estiveram juntos, nem uma curte, nem um beijinho, não me digas que só estiveram a falar… - Disse ela.
            - Beijamo-nos, se é isso que estás à espera que diga. – Disse, sorrindo.
            Atirou-me uma almofada que estava em cima da minha cama – Ai! Não perdes tempo, tu!
            - Cala-te, achas?!
            - Pois acho! Isso é o melhor! – Riu.
            Olhei para o monitor do meu computador, e estava lá o seguinte:
            “Hélder diz:
            Posso tentar ser forte, posso ser frio, mas eu ainda te amo, e a verdade é que isto ainda não me passou, pensei que fosse mais fácil esquecer-te, mas não é. Desculpa se alguma vez te fiz sofrer. Não te esqueças que ainda te amo, e se não conseguir seguir a minha vida aqui, espero que ainda estejas aí. Eu quero-te mais que muito, não me esqueças.”

Continua ;)
Escolhas sem retorno XVII aqui

21 comentários:

silvia disse...

Eu vou bater nesse Hélder --'
Mas tirando isto estou a gostar imenso :D

-s disse...

Gostei muito :)

R. disse...

Nunca se decidem a tempo, é impressionante!

Metropolitana disse...

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branwyn disse...

opa, eu mato o hélder se ele estragar o romance entre a cristina e o rafael -.-
adorei :)

R. disse...

Acho que nem eles se percebem!

Obrigadaaa* :D

Ana Luisa disse...

Oh nao, Agora é que ele aparece :!
Estao a AMAR continua!!!

Mariana disse...

de nada querida :)

-s disse...

É mesmo -.-

Gabriela ♥ disse...

Amei *-*

disse...

Estou amar a e história, tens jeito :)
Agora que estava a correr tudo bem, aparece o Hélder :s.
Não percas essa vontade de escrever.

PauloSilva disse...

és tão fofinha :$

m.inês disse...

- pois, isso é verdade

PauloSilva disse...

És um doce :$

- andreia pereira . disse...

ai não custa quando se está feliz com alguém e a outra pessoa vem em má altura -.-

PauloSilva disse...

escrevo apenas com o que sinto $:

inêsf. disse...

o meu ex também não é, que se lixe x)

inêsf. disse...

são criaturas estranhas, nem vale a pena perguntar porque são tão anormais x)

inêsf. disse...

ora nem mais !

Marcela Maia disse...

Hoje, resolvi começar a ler a tua historia, e posso te dizer que estou a amar, continua a escrever estou muito ansiosa pelo final.

Ana Margarida disse...

Adoreiiiiiiiiiiiii!